Um sonho que se tornou realidade

Desde os tempos da faculdade, entre 1998 e 2005, Marcus Lauria sonhava em comprar seu primeiro Fusca.

Por: Redação

Na família, todos os tios, avô e pai tiveram um Fusca na garagem e ele queria ter o seu também. Desde pequeno, Marcus sempre admirou os automóveis, gostava de brincar e estar no meio deles e com o passar do tempo passou a gostar também de veículos antigos. Adotou o Fusca como o preferido, mas se diz fã da marca Volkswagen há muitos anos.

Desde os tempos da faculdade, entre 1998 e 2005, Marcus Lauria sonhava em comprar seu primeiro Fusca.

“A minha primeira experiência com o Fusca se deu em 2007, quando comprei o meu primeiro. Era um modelo 1967, na cor azul, mas transformado em uma versão mais nova, da década de 70, após negociar o carro, resolvi reformar na medida do possível. Gastei o valor que paguei nele na reforma, conseguindo deixar ele melhor, mas longe da originalidade”, relembra Marcus. Após perceber que seria difícil deixar ele original, resolveu vender e tentar pegar um modelo de 1970 para baixo, o mais antigo possível e de preferência, que não tivesse muitas coisas para serem feitas.

Os anos se passaram, Marcus se casou e através de seu sogro Gilberto (que é mecânico), ficou sabendo que uma ex-vizinha dele estava vendendo um Fusca 1969, quase todo original, único dono. Após saber que o valor era acessível, correu para vender o primeiro Fusca comprado, mas para garantir e não perder o “sonho” pediu para a dona do outro Fusca esperar ele vender o dele para comprar o dela. Desta forma conseguiu finalmente ter o seu exemplar 1969!

 

O Fusca, que está com o Marcus até hoje, ele diz não vendê-lo por nada. “Já estou com o carro há quase cinco anos. Ele tem motor 1.300, manual, peças de acabamento e mecânica novas e originais da época. Além disso, possui rodas de tala larga originais e pneus novos. Quando o comprei estava com 185.000 Km. Os bancos estavam com uma capa que logo foram retiradas e devolveram a aparência original novamente”, explica Marcus.

Após a compra, o carro foi direto para a oficina fazer uma revisão geral, trocar óleo, velas, limpar carburador… O carro veio ainda acompanhado de várias peças sobressalentes, da época, todas no plástico e nas caixas originais, verdadeiras raridades! Aos poucos, as peças que faltavam foram sendo encontradas e substituídas.

Aos poucos, alguns detalhes do motor foram melhorados, respeitando a sua originalidade, como troca da bobina, do kit do carburador, cabos de acelerador, freios e algumas outras peças. “Tirar ele da garagem?… Só se for para dar uma voltinha!”, completa Marcus.

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