Peça ilegal não tem vez no programa de Proteção à Marca

A Volkswagen possui, desde 2005, um programa exclusivo responsável por detectar no mercado a comercialização de peças piratas e falsificadas.

Por: Redação

O Programa de Proteção à Marca tem como objetivo principal o combate às práticas ilegais e a venda não autorizada de produtos que infringem direitos da Volkswagen.

Para que isso aconteça, profissionais fazem intensas pesquisas de mercado para identificar onde estão os itens ilegais e falsificados. Tudo isso para garantir que peças de má qualidade não cheguem ao consumidor final, que pode não saber diferenciar o produto original do pirata.

As investigações agem diretamente sobre a fonte dos itens ilegais, justamente para que os consumidores principais de peças, como os reparadores, não sejam abordados por este tipo de produto. Ou seja, atuam diretamente na raiz do problema: o fabricante/falsificador.

Nas investigações, são compradas peças consideradas ilegais ou piratas, que são analisadas até mesmo em testes de qualidade.

Após esse processo, são feitos relatórios para o setor Jurídico da montadora e aí são definidas as estratégias de ação contra o fabricante do produto ilegal. O setor lida com os fornecedores de produtos piratas e falsificados de duas maneiras: com ações judiciais, quando se processa o fabricante pelo uso indevido da marca, ou extrajudiciais, quando é feito um acordo entre a montadora e o fabricante para que a prática ilegal seja encerrada.

O Programa de Proteção à Marca tem se mostrado eficaz na recuperação de recursos e no combate à venda ilegal de peças piratas e falsificadas, além de preservar a imagem de qualidade dos produtos Volkswagen.

Cuidado!

Reparador, não se deixe seduzir pelo discurso do preço baixo das peças piratas e falsificadas. Isso contribui para que o consumidor adquira um produto de má qualidade e que pode não ter o desempenho esperado.

Peça de qualidade é peça original.

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