Gol um amor eterno

Modelo completou 30 anos em 2010 e marcou a vida de Rodolfo Lealdini

Por: Redação

Rodolfo Lealdini e seu Volkswagen Gol

Apaixonado por Gol como todo brasileiro. Já dizia a consagrada propaganda do carro mais vendido do Brasil que completou 30 anos no Brasil em 2010. O modelo, que já está na quinta geração, marcou a vida do analista de logística Rodolfo Lealdini, 26 anos, que cresceu a bordo de Gols de todas as épocas.

A história de amor de Rodolfo pelos modelos Gol começou em 1994, aos 11 anos. Seu pai, Jair Lealdini, adquiriu um carro 1985, da primeira geração, ainda movido à água. Em 1995, aos 12 anos, Seu Jair comprou um novo Gol, conhecido como ‘bolinha”.

O Gol branco ficou com a família até 2002, quando Rodolfo já estava com 18 anos, e com dois meses de carteira de motorista. O sonho do Gol branco acabou após um acidente de trânsito. Com o dinheiro do seguro e uma dor no coração por ter perdido o veículo que marcou sua adolescência, era hora de procurar um novo companheiro Gol. “Tudo o que eu queria era um modelo Geração III, 1.6. Uma máquina”, relembra.

Mas o destino não é como queremos e o novo carro chegou através de um amigo de sua mãe, que colocou à venda um Gol, Geração III, 1.0. Seu Jair comprou, e como sempre, não se arrependeu. Não demorou muito e Napoleão já era o carro perfeito. O Gol Geração III foi chamado de Napoleão em homenagem ao antigo Passat imponente de um amigo. Rodolfo não mediu esforços para deixar seu possante como gostaria, com vidros com filme, suspensão rebaixada e rodas cromadas. O Gol era admirado pelos amigos, um carro cuidado, sempre limpo, a cara de um apaixonado pela marca.

Enquanto Rodolfo estava nas ruas com o famoso Napoleão, a família Lealdini ainda pôde se encantar com mais um veículo. Um Gol, Geração 4, da empresa em que Seu Jair trabalhava. O carro ficou um ano com a família.

As necessidades do dia a dia fizeram Rodolfo vender o famoso Napoleão. A escolha do comprador foi a dedo. “Vendi para um amigo que eu tinha certeza que cuidaria do carro como eu cuidei”. A dor da perda foi intensa. “Ainda sinto muita falta”.

Em 2010, o Gol Geração 5 chegou conquistando Rodolfo e ganhou nome de humorista, Mussum, ídolo do seu dono. Rodolfo também tem outro carro, de outro modelo, mas Volkswagen, a marca que não abandona. O modelo é o primeiro que não é um Gol, desde que aprendeu a dirigir. Mandela é um Golf 2008, comprado em agosto. “Minha paixão por Gol continua, é o carro que marcou a minha vida. Não consigo abandoná-lo”. A história de Rodolfo prova mais uma vez: a marca da paixão realmente proporciona amores eternos.